Prova Paraná amplia avaliações diferenciadas e reforça inclusão na rede pública
05/05/2026
Mais de 113 mil estudantes da Educação Especial da rede estadual de ensino fazem a Prova Paraná com adaptações específicas, nos dias 19 e 20 de maio, em uma avaliação que mobiliza cerca de um milhão de alunos em todo o Estado. A avaliação mantém o mesmo conteúdo para todos, mas adapta a forma de aplicação conforme o perfil do estudante, com mudanças no formato, tempo adicional, apoio profissional e uso de recursos específicos. Conforme dados da Secretaria Estadual da Educação, nesta edição, mil 773 estudantes dos ensinos fundamental e médio realizam a avaliação com recursos especializados: 57 alunos cegos fazem a prova em Braille; mil 692 com baixa visão recebem versões ampliadas ou superampliadas, com ajustes de contraste e organização visual; e 24 estudantes com Síndrome de Irlen contam com adaptações de cor e luminosidade, incluindo o uso de lâminas coloridas. Estudantes surdos também têm acesso a vídeos com tradução em Libras. Outros 28 mil estudantes realizam a avaliação com tempo adicional, apoio profissional, aplicação em ambiente específico, transcrição de respostas e leitura assistida. As adaptações atendem diferentes perfis de aprendizagem. De acordo com a coordenadora pedagógica de Educação Especial da pasta, Cláudia Saldanha, os critérios técnicos consideram acessibilidade e equidade. // SONORA CLÁUDIA SALDANHA //
A rede estadual soma atualmente 113 mil 861 estudantes da educação especial, 12,5% do total. A maior parte das matrículas está concentrada em transtornos funcionais específicos, como dislexia e TDAH, além de estudantes com transtorno do espectro autista e deficiência intelectual. O crescimento da educação especial acompanha a ampliação das adaptações. O número de estudantes atendidos passou de 71 mil e 500 em 2021 para mais de 113 mil neste ano, aumento de quase 63%. (Repórter: Gustavo Vaz)
A rede estadual soma atualmente 113 mil 861 estudantes da educação especial, 12,5% do total. A maior parte das matrículas está concentrada em transtornos funcionais específicos, como dislexia e TDAH, além de estudantes com transtorno do espectro autista e deficiência intelectual. O crescimento da educação especial acompanha a ampliação das adaptações. O número de estudantes atendidos passou de 71 mil e 500 em 2021 para mais de 113 mil neste ano, aumento de quase 63%. (Repórter: Gustavo Vaz)


