Ratinho Junior anuncia R$ 18,2 milhões para construção de hospital em Nova Esperança

04/02/2026
O governador Carlos Massa Ratinho Junior anunciou nesta quarta-feira a construção do novo Hospital Municipal de Nova Esperança, no Noroeste. É a terceira unidade do gênero anunciada pelo Estado apenas neste ano, junto a Matinhos e Guaíra. Com investimento de 18 milhões e 200 mil reais, sendo 17 milhões pela Secretaria da Saúde, a nova estrutura reforça os atendimentos na região, reduzindo o número de pacientes que precisam ser transferidos para Maringá. O novo hospital municipal vai ter 2.700 metros quadrados, construídos em um terreno da prefeitura com uma área total de 7.800 m². A unidade será erguida na zona urbana de Nova Esperança, que já conta com infraestrutura completa e acessibilidade viária, além da possibilidade de futuras expansões. O governador destacou que o novo hospital faz parte de um conjunto de investimentos voltados à regionalização da saúde. // SONORA RATINHO JUNIOR //

O atendimento será exclusivo para pacientes do SUS, regulados pelo SAMU Norte Novo, com foco em urgência e emergência de baixa e média complexidade, e também como unidade de estabilização para casos críticos até remoção para hospitais de maior porte. O Hospital tem capacidade para 38 leitos, distribuídos entre enfermarias masculina e feminina, pediátrica e obstétrica. O secretário da Saúde, Beto Preto, enfatizou as demais utilidades da nova estrutura. // SONORA BETO PRETO //

O prefeito João Eduardo Pasquini, ressaltou que o novo hospital vai reduzir deslocamentos e o tempo de resposta em situações de urgência. // SONORA JOÃO EDUARDO PASQUINI //

Para o secretário das Cidades, Guto Silva, a descentralização da Saúde é um respeito com a população. // SONORA GUTO SILVA //

A construção de um novo hospital é uma demanda antiga. Com uma população de 27 mil habitantes e uma microrregião de 51 mil, a estrutura física atual da unidade é da década de 1990 e, apesar de diversas reformas e manutenções no prédio ao longo dos anos, ele apresenta limitações na efetividade dos atendimentos. A inexistência de um hospital com porte adequado na região resulta em um grande número de encaminhamentos para Maringá, município sede da 15ª Regional de Saúde, com deslocamentos superiores a 80 quilômetros. (Repórter: Gustavo Vaz)