Referência no Brasil, Paraná realiza mais de 1,7 mil transplantes em 2025
29/12/2025
Em 2025, até novembro, o Estado realizou 1.715 transplantes de órgãos. De acordo com o Sistema Estadual de Transplantes, da Secretaria da Saúde do Paraná, foram 410 transplantes de rim, 264 de fígado, 29 de coração, 8 de pâncreas e rim, quatro de fígado e rim e mil transplantes de córnea. Em 11 meses de 2025, o Estado contabilizou 425 doações efetivas. O Sistema Estadual de Transplantes está estruturado em quatro unidades regionais: Londrina, Maringá, Cascavel e Curitiba que trabalham na busca de órgãos em 70 hospitais notificantes. Com uma doação, podem ser coletados até oito órgãos e tecidos, como pele, ossos e córneas, garantindo assim a chance de vida para inúmeras pessoas. Segundo o Registro Brasileiro de Transplantes, elaborado pela da ABTO, Associação Brasileira de Transplantes de Órgãos, o Estado fez, até setembro, 325 transplantes de medula óssea. Em 2024, de acordo com o Registro, o Paraná foi o Estado com o maior número de doadores de órgãos por milhão de população, alcançando uma média de 42,3, número muito superior ao índice do país, que foi de 19,2. Os dados parciais de 2025, abrangendo os nove primeiros meses do ano, apontam que o Paraná ocupava até aquele período a segunda colocação com 39,7 pmp, ficando atrás de Santa Catarina. O secretário de Estado da Saúde, Beto Preto, frisou a excelência do trabalho que vem sendo feito nas doações no Paraná. // SONORA BETO PRETO //
Os dados do Sistema Estadual de Transplantes até novembro apontam uma elevação, com um índice de 40,5 pmp. Em 2025, o Hospital Regional de Ivaiporã, com rins e córneas, e o Hospital de Francisco Beltrão, com fígado e rins, realizaram pela primeira vez uma captação múltipla de órgãos e tecidos para transplantes. Esse processo só ocorre depois da autorização da família. Mesmo que o doador demonstre desejo em vida, é ela que dá o aval. No Paraná, a abordagem profissional e humanizada tem se mostrado mais eficaz, o que garantiu ao estado a menor taxa de recusa familiar do País em 2024: apenas 28%, comparada à média nacional de 46%. Os dados parciais de 2025 mantêm o Paraná nessa liderança, desta vez ao lado de Santa Catarina, com 30%. A média nacional é de 45%. (Repórter: Gustavo Vaz)
Os dados do Sistema Estadual de Transplantes até novembro apontam uma elevação, com um índice de 40,5 pmp. Em 2025, o Hospital Regional de Ivaiporã, com rins e córneas, e o Hospital de Francisco Beltrão, com fígado e rins, realizaram pela primeira vez uma captação múltipla de órgãos e tecidos para transplantes. Esse processo só ocorre depois da autorização da família. Mesmo que o doador demonstre desejo em vida, é ela que dá o aval. No Paraná, a abordagem profissional e humanizada tem se mostrado mais eficaz, o que garantiu ao estado a menor taxa de recusa familiar do País em 2024: apenas 28%, comparada à média nacional de 46%. Os dados parciais de 2025 mantêm o Paraná nessa liderança, desta vez ao lado de Santa Catarina, com 30%. A média nacional é de 45%. (Repórter: Gustavo Vaz)


