Sanepar e prefeitura fiscalizam destino de resíduos das lavagens de carros em Maringá

12/02/2026
Estabelecimentos como lava-rápidos, funilarias, mecânicas e estacionamentos estão recebendo a visita de agentes fiscais e técnicos da Sanepar, do Instituto Ambiental de Maringá e da Agência Maringaense de Regulação para examinar a documentação e a estrutura quanto ao destino dado para o residual das lavagens de veículos. Caixas separadoras, canaletas, calhas, cobertura e destinação do efluente fazem parte dos itens da lista de checagem da fiscalização, cujo objetivo principal é a orientação e a regularização das situações adversas. O gerente geral da Sanepar na Região Noroeste, Vitor Gorzoni, explica que há consequências muito danosas para a operação do sistema de esgotamento sanitário e para o meio ambiente quando os resíduos não são destinados corretamente. // SONORA VITOR GORZONI //

A gerente de fiscalização ambiental do IAM, Mikaella Favaram Zanelatto, explica que o estabelecimento que desenvolve a atividade de lavagem de carros tem que ter licença ambiental e carta de anuência da Sanepar independentemente de ser inscrito como microempreendedor individual. // SONORA MIKAELLA FAVARAM ZANELATTO //

O agente fiscal da Agência Maringaense Reguladora, Thiago Pavani, afirmou que tem sido muito válido participar das vistorias nos lava-rápidos e explica que o estabelecimento que desenvolve a atividade de lavagem de carros tem que ter licença ambiental. // SONORA THIAGO PAVANI //

A lista de empreendimentos registrados com a Classificação Nacional de Atividades Econômicas que abrange lavagem de carros em Maringá passa de 700. O trabalho está concentrado em um dia da semana de forma intensiva. (Repórter: Gustavo Vaz)