Sanepar evita aberturas de buracos nas ruas em consertos com uso do equipamento “tatuzinho”
26/03/2026
Causar o menor dano à estrutura urbana para um conserto de vazamento é a missão dos “tatuzinhos”, equipamentos que têm o nome oficial de Perfuratriz Pneumática Direcional. Eles são usados pela Sanepar em manutenções preventivas e de emergência que exigem atravessar ruas ou grandes distâncias. O supervisor de manutenção de redes Carlos Augusto Ferraro Miorim, destaca que, na prática, é um equipamento que usa um Método Não Destrutivo para substituir tubulações. // SONORA CARLOS AUGUSTO FERRARO MIORIM //
Ele é bastante usado em trocas preventivas, a partir da detecção de um possível ponto de ruptura da tubulação, identificado pelo monitoramento on-line e em tempo real do Centro de Controle de Operações. Esse alerta aciona uma equipe de manutenção para verificar a situação no local, mesmo antes de os clientes perceberem alguma alteração no fornecimento de água. Constatado o vazamento, uma outra equipe entra em ação e, se o reparo exigir a abertura de valas de maior extensão, como as que atravessam a rua, prioriza-se o uso do tatuzinho. Foi assim com uma intervenção feita na última quinta-feira, no bairro Santa Felicidade, em Curitiba. Apesar da garoa insistente que inviabilizaria a obra no método tradicional, em algumas horas foi possível colocar uma nova tubulação. Depois que os profissionais identificam, por meio de técnicas como o uso de equipamentos de escuta, o ponto mais provável do vazamento, são feitas duas pequenas aberturas, uma no início e outra no final do trecho. Usando ar comprimido para um trabalho mecânico de perfuração, o tatuzinho faz um túnel entre os dois pontos, guiado pelos profissionais da manutenção, garantindo a trajetória correta. Mais um benefício é a possibilidade de troca de uma tubulação completa, como explica Carlos Augusto Ferraro Miorim. // SONORA CARLOS AUGUSTO FERRARO MIORIM //
A antiga tubulação é desativada e a nova, em material flexível e resistente, é puxada por dentro desse túnel e conectada pelos dois lados. Na sequência, é feita a recomposição do calçamento e do gramado. O uso dos tatuzinhos também diminui os riscos da obra para os trabalhadores e usuários, além de evitar interferências com outras redes, como as de gás e telefonia. (Repórter: Gustavo Vaz)
Ele é bastante usado em trocas preventivas, a partir da detecção de um possível ponto de ruptura da tubulação, identificado pelo monitoramento on-line e em tempo real do Centro de Controle de Operações. Esse alerta aciona uma equipe de manutenção para verificar a situação no local, mesmo antes de os clientes perceberem alguma alteração no fornecimento de água. Constatado o vazamento, uma outra equipe entra em ação e, se o reparo exigir a abertura de valas de maior extensão, como as que atravessam a rua, prioriza-se o uso do tatuzinho. Foi assim com uma intervenção feita na última quinta-feira, no bairro Santa Felicidade, em Curitiba. Apesar da garoa insistente que inviabilizaria a obra no método tradicional, em algumas horas foi possível colocar uma nova tubulação. Depois que os profissionais identificam, por meio de técnicas como o uso de equipamentos de escuta, o ponto mais provável do vazamento, são feitas duas pequenas aberturas, uma no início e outra no final do trecho. Usando ar comprimido para um trabalho mecânico de perfuração, o tatuzinho faz um túnel entre os dois pontos, guiado pelos profissionais da manutenção, garantindo a trajetória correta. Mais um benefício é a possibilidade de troca de uma tubulação completa, como explica Carlos Augusto Ferraro Miorim. // SONORA CARLOS AUGUSTO FERRARO MIORIM //
A antiga tubulação é desativada e a nova, em material flexível e resistente, é puxada por dentro desse túnel e conectada pelos dois lados. Na sequência, é feita a recomposição do calçamento e do gramado. O uso dos tatuzinhos também diminui os riscos da obra para os trabalhadores e usuários, além de evitar interferências com outras redes, como as de gás e telefonia. (Repórter: Gustavo Vaz)


