Sanepar já plantou 250 mil árvores nativas no entorno do Reservatório Miringuava
26/05/2026
Desde o início da construção do Reservatório Miringuava, em São José dos Pinhais, na região metropolitana de Curitiba, a Sanepar atua com estratégias de recuperação ambiental na área. Além do resgate da flora e da fauna locais, é feito o plantio de mudas para restaurar a floresta nativa. Até o momento, 250 mil mudas de 35 espécies diferentes já foram plantadas em 112 hectares. A área total da barragem do Miringuava é de 430 hectares, sendo que 350 hectares eram de vegetação nativa e várzeas. As margens da barragem e as áreas em recuperação vão fazer parte de um corredor de biodiversidade de 8 milhões de metros quadrados que será conectado ao Parque Nacional Guaricana, área 62% superior à utilizada para a reservação de água. É o que explica o engenheiro florestal da Sanepar, Aurélio Lourenço Rodrigues. // SONORA AURÉLIO LOURENÇO RODRIGUES //
De acordo com Rodrigues, as áreas que já foram recuperadas eram ocupadas por usos diversos, como pastagens e agricultura. // SONORA AURÉLIO LOURENÇO RODRIGUES //
Cerca de 35 espécies diferentes foram plantadas, incluindo as de rápido crescimento inicial, como a aroeira e a bracatinga, e as típicas da floresta da região, como araçá, pitangueira, açoita-cavalo, cedro e araucária. São necessárias várias etapas no processo de recuperação, que incluem o preparo, a adubação e a correção do solo. Segundo o engenheiro florestal da área de Pesquisa da Sanepar, Maurício Bergamini Scheer, a ocupação das margens da represa por floresta aumenta a disponibilidade hídrica, a qualidade da água e a vida útil do reservatório ao melhorar a infiltração da água no solo e evitar a erosão. // SONORA MAURÍCIO BERGAMINI SCHEER //
Mais detalhes estão no site da Agência Estadual de Notícias, parana.pr.gov.br/aen. (Repórter: Gustavo Vaz)
De acordo com Rodrigues, as áreas que já foram recuperadas eram ocupadas por usos diversos, como pastagens e agricultura. // SONORA AURÉLIO LOURENÇO RODRIGUES //
Cerca de 35 espécies diferentes foram plantadas, incluindo as de rápido crescimento inicial, como a aroeira e a bracatinga, e as típicas da floresta da região, como araçá, pitangueira, açoita-cavalo, cedro e araucária. São necessárias várias etapas no processo de recuperação, que incluem o preparo, a adubação e a correção do solo. Segundo o engenheiro florestal da área de Pesquisa da Sanepar, Maurício Bergamini Scheer, a ocupação das margens da represa por floresta aumenta a disponibilidade hídrica, a qualidade da água e a vida útil do reservatório ao melhorar a infiltração da água no solo e evitar a erosão. // SONORA MAURÍCIO BERGAMINI SCHEER //
Mais detalhes estão no site da Agência Estadual de Notícias, parana.pr.gov.br/aen. (Repórter: Gustavo Vaz)


