Secretaria da Saúde inicia distribuição da vacina contra a Mpox
21/03/2023
A Sesa, Secretaria de Estado da Saúde, começa nesta terça-feira a distribuição da vacina contra a Mpox. Os municípios preconizados para receber as doses são aqueles com o maior número de casos notificados e confirmados da doença e com o maior número de portadores de HIV, dentro de um critério imunológico determinado pelo Ministério da Saúde. De acordo com o Programa Nacional de Imunização seguindo a orientação da Organização Mundial de Saúde, também fazem parte dos grupos prioritários e poderão ser imunizados os profissionais de laboratório entre 18 e 49 anos e aquelas pessoas que tiveram contato direto com fluídos e secreções corporais de casos suspeitos e confirmados de Mpox. O secretário de Estado da Saúde, César Neves, dá mais detalhes de como vai funcionar a vacinação no Estado. // SONORA CÉSAR NEVES //
A imunização vai acontecer em duas etapas com intervalo de quatro semanas entre a primeira e a segunda dose. Conforme critérios estabelecidos pelo Ministério da Saúde, das 981 doses recebidas, 424 imunizantes serão dispensados aos municípios preconizados para a primeira dose; outros 79 ficarão de reserva técnica no Centro de Medicamentos do Paraná. As 424 doses restantes para segunda dose serão enviadas aos municípios em tempo oportuno. Curitiba, por apresentar o maior número de casos confirmados de Mpox nas últimas 12 semanas, vai receber um adicional de 28 doses para vacinação de contatos de casos suspeitos e confirmados. Por fim, 26 doses serão direcionadas para a imunização dos profissionais do Laboratório Central do Estado. De acordo com o Ministério da Saúde, o uso do imunizante é contraindicado para pessoas que apresentem ou possuam histórico de reação alérgica grave após a aplicação de uma dose prévia. Também não é recomendada a administração simultânea deste imunizante com outras vacinas, devendo haver 30 dias de intervalo. No momento da aplicação da vacina é necessária a supervisão de pessoas que tenham histórico de reação alérgica grave após o uso de gentamicina, ciprofloxacino ou proteína do ovo de galinhas. Para gestantes e lactantes a vacinação é considerada segura. Pessoas que apresentem quadros febris leves como resfriados também poderão ser vacinadas. Já em casos de doenças febris agudas, é necessário aguardar a recuperação dos sintomas antes da vacinação. (Repórter: Nathália Gonçalves)
A imunização vai acontecer em duas etapas com intervalo de quatro semanas entre a primeira e a segunda dose. Conforme critérios estabelecidos pelo Ministério da Saúde, das 981 doses recebidas, 424 imunizantes serão dispensados aos municípios preconizados para a primeira dose; outros 79 ficarão de reserva técnica no Centro de Medicamentos do Paraná. As 424 doses restantes para segunda dose serão enviadas aos municípios em tempo oportuno. Curitiba, por apresentar o maior número de casos confirmados de Mpox nas últimas 12 semanas, vai receber um adicional de 28 doses para vacinação de contatos de casos suspeitos e confirmados. Por fim, 26 doses serão direcionadas para a imunização dos profissionais do Laboratório Central do Estado. De acordo com o Ministério da Saúde, o uso do imunizante é contraindicado para pessoas que apresentem ou possuam histórico de reação alérgica grave após a aplicação de uma dose prévia. Também não é recomendada a administração simultânea deste imunizante com outras vacinas, devendo haver 30 dias de intervalo. No momento da aplicação da vacina é necessária a supervisão de pessoas que tenham histórico de reação alérgica grave após o uso de gentamicina, ciprofloxacino ou proteína do ovo de galinhas. Para gestantes e lactantes a vacinação é considerada segura. Pessoas que apresentem quadros febris leves como resfriados também poderão ser vacinadas. Já em casos de doenças febris agudas, é necessário aguardar a recuperação dos sintomas antes da vacinação. (Repórter: Nathália Gonçalves)


