Sinais de inverno: maio terá frentes frias e geada no Paraná, prevê Simepar
30/04/2026
O outono é uma estação de transição, e no mês de maio as características de inverno começam a ficar mais presentes na atmosfera. De acordo com o Simepar, mais ocorrências de geada são registradas, além da passagem de novas frentes frias, seguidas de massas de ar frio, que devem derrubar as temperaturas. Para monitorar as ocorrências, o serviço Alerta Geadas, ofertado pelo Simepar em parceria com o IDR-Paraná, tem início na próxima segunda-feira. Marco Jusevicius, coordenador de Operações do Simepar, destaca que os modelos de previsão indicam dois cenários bem diferentes na primeira e na segunda quinzena de maio. // SONORA MARCO JUSEVICIUS //
Apesar do nome, o impacto de uma frente fria não significa necessariamente que vai fazer frio. Ela é uma área de transição entre uma massa de ar frio que avança sobre uma área onde já há uma massa de ar quente. Esse choque faz com que o ar quente suba rapidamente, formando nuvens e aumentando as instabilidades e trazendo chuva. Após a passagem de uma frente fria, uma massa de ar frio pode, sim, causar a redução nas temperaturas, e é o que está previsto entre os dias sete e oito, segundo Marco Jusevicius. // SONORA MARCO JUSEVICIUS //
Com o sobe e desce dos termômetros, a expectativa é de que o mês termine com as temperaturas dentro da média histórica no Estado. A partir de segunda-feira, o Simepar inicia o ano 32 do serviço Alerta Geada, em parceria com o IDR, com apoio da Secretaria de Estado da Agricultura e do Abastecimento, prefeituras, cooperativas e associações de produtores. Marco Jusevicius explica que o mecanismo foi criado originalmente para proteger cafezais recém-plantados, mas hoje atende diversas atividades agropecuárias e outros setores da economia. // SONORA MARCO JUSEVICIUS //
Durante o período de operação do Alerta Geada, de maio a meados de setembro, pesquisadores do IDR e do Simepar divulgam boletins diários com informações sobre as condições do tempo e a evolução de massas de ar polar pelo estado. Quando há previsão de danos, alertas são emitidos e amplamente divulgados com antecedência. (Repórter: Gustavo Vaz)
Apesar do nome, o impacto de uma frente fria não significa necessariamente que vai fazer frio. Ela é uma área de transição entre uma massa de ar frio que avança sobre uma área onde já há uma massa de ar quente. Esse choque faz com que o ar quente suba rapidamente, formando nuvens e aumentando as instabilidades e trazendo chuva. Após a passagem de uma frente fria, uma massa de ar frio pode, sim, causar a redução nas temperaturas, e é o que está previsto entre os dias sete e oito, segundo Marco Jusevicius. // SONORA MARCO JUSEVICIUS //
Com o sobe e desce dos termômetros, a expectativa é de que o mês termine com as temperaturas dentro da média histórica no Estado. A partir de segunda-feira, o Simepar inicia o ano 32 do serviço Alerta Geada, em parceria com o IDR, com apoio da Secretaria de Estado da Agricultura e do Abastecimento, prefeituras, cooperativas e associações de produtores. Marco Jusevicius explica que o mecanismo foi criado originalmente para proteger cafezais recém-plantados, mas hoje atende diversas atividades agropecuárias e outros setores da economia. // SONORA MARCO JUSEVICIUS //
Durante o período de operação do Alerta Geada, de maio a meados de setembro, pesquisadores do IDR e do Simepar divulgam boletins diários com informações sobre as condições do tempo e a evolução de massas de ar polar pelo estado. Quando há previsão de danos, alertas são emitidos e amplamente divulgados com antecedência. (Repórter: Gustavo Vaz)


