Supermercado do mundo: Paraná expande produção agropecuária entre 2018 e 2025

19/03/2026
A aposta do Paraná na produção de alimentos tem dado resultado. O Estado, que já é o segundo maior produtor de grãos do País e líder na produção de carnes, registrou crescimento em várias culturas entre 2018 e 2025. Um levantamento do Ipardes, com base em dados do IBGE, mostra aumento na produção de grãos e também na pecuária ao longo dos últimos 7 anos. O governador Carlos Massa Ratinho Junior destaca a importância de agregar valor à produção e ampliar a geração de empregos no Estado. // SONORA RATINHO JUNIOR //

Ratinho Junior também reforça a necessidade de alinhar o crescimento do agro à preservação ambiental no Estado. // SONORA RATINHO JUNIOR //

A soja, principal cultura do Estado, passou de pouco mais de 19 milhões de toneladas para mais de 22 milhões de toneladas, o maior volume já registrado. No milho, o crescimento foi ainda mais expressivo. A produção saiu de aproximadamente 12 milhões e 700 mil toneladas para mais de 20 milhões e 800 mil toneladas. O feijão, em que o Paraná lidera a produção nacional, também avançou. Foram 635 mil toneladas em 2018 e mais de 736 mil toneladas em 2025, com pico de cerca de 860 mil toneladas em 2024. Já o arroz teve aumento mais moderado, passando de em torno de 137 mil para quase 149 mil toneladas. Outras culturas também cresceram. A produção de aveia foi de cerca de 175 mil para mais de 257 mil toneladas. A batata chegou a aproximadamente 864 mil toneladas. A cevada mais que dobrou, saindo de pouco mais de 219 mil para quase 493 mil toneladas. E o centeio passou de pouco mais de 4 mil para aproximadamente 6 mil e 500 toneladas. Na pecuária, o avanço também chama atenção. A produção de frangos passou de cerca de 449 milhões para 588 milhões de unidades no comparativo entre os últimos trimestres de 2018 e 2025. Hoje, o Paraná produz mais de 2 bilhões de frangos por ano e responde por aproximadamente 34% do mercado nacional. Na suinocultura, a produção cresceu de em torno de 2 milhões e 300 mil para mais de 3 milhões de unidades. Já os bovinos passaram de perto de 387 mil para 432 mil cabeças. A piscicultura mais que dobrou. A produção saiu de cerca de 123 mil para 273 mil toneladas. E no leite, o volume passou de aproximadamente 842 milhões de litros para mais de 1 bilhão e 100 milhões de litros no mesmo período. (Repórter: Gabriel Ramos)